Foto: Catarinas

Instituto de Estudos de Gênero da UFSC organiza ato em apoio à Marlene de Fáveri

Postado em 02/06/2017, 13:34

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) convida todas as pessoas para um ato em solidariedade e apoio à professora e pesquisadora Marlene de Fáveri, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), e em defesa do movimento Escola Sem Mordaça. A manifestação ocorre na próxima terça-feira (6), dia em que as testemunhas de defesa da professora serão ouvidas no Fórum da Capital, no centro de Florianópolis, às 16 horas.

“A professora Marlene está sendo acusada de perseguição ideológica por ex-orientanda de mestrado no Programa de Pós-graduação em História da UDESC, e agora responde a processo movido pela ex aluna, que postula judicialmente uma condenação com indenização por danos morais. A ex-aluna alega perseguição religiosa e ideológica por parte da professora, desqualificando a área de conhecimento e as teorias feministas e de gênero, com argumentos de teor sexista, homofóbico, transfóbico e racista”, defendem as organizadoras.

Declaração do IEG
“Nós, professoras/es, pesquisadoras/es, estudantes e demais integrantes do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), somos testemunhas da total integridade profissional e pessoal da professora doutora Marlene de Fáveri. Contrapondo-nos ao movimento que atenta contra a laicidade do Estado brasileiro, interferindo nos Plano Nacional e Planos Estaduais de Educação, em relação às questões de gênero, raça, sexualidade, diversidade, e atingindo a docentes no exercício de suas funções, convidamos à participação no ato de apoio à professora. Venha conosco manifestar seu apoio e solidariedade em defesa da professora Marlene de Fáveri no dia 06 de junho de 2017, a partir das 15 horas em frente ao Fórum da Capital, no centro de Florianópolis. Contamos com a sua presença!”

Leia a “Declaração de Apoio à Professora Marlene de Fáveri”, do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da
UFSC.

Entenda o caso:

“Não posso orientar quem não acredita naquilo que estuda”, afirma Marlene de Fáveri