Caso Master: objetificação, poder e exploração do corpo feminino
Campo político que ataca temáticas de gênero é o mesmo que negocia corpos femininos
Campo político que ataca temáticas de gênero é o mesmo que negocia corpos femininos
Lésbicas e mulheres bissexuais relatam questionamentos, invalidação da orientação sexual e abandono do acompanhamento após experiências discriminatórias.
A presença feminina nos parlamentos brasileiros aumentou, mas a ocupação desses espaços não elimina práticas de silenciamento, deslegitimação e violência. O caso da Assembleia Legislativa de São Paulo ajuda a entender esse paradoxo.
Em ano eleitoral, poder das grandes plataformas sobre a circulação de conteúdos expõe desigualdades no acesso à informação e na participação no debate público.
Representação não é só quantidade. Raça, território e condições de disputa mudam quem chega ao poder.
Apesar dos altos índices de violência contra as mulheres, políticas de prevenção e acolhimento seguem frágeis e resposta estatal se concentra na segurança pública.