“As pessoas podem não perceber o que está em jogo”, diz Letícia Cesarino
Antropóloga analisa como repertórios extremistas se normalizam nas redes e na política, a centralidade da misoginia nesse processo e os riscos de autocratização.
Antropóloga analisa como repertórios extremistas se normalizam nas redes e na política, a centralidade da misoginia nesse processo e os riscos de autocratização.
Em entrevista, a escritora compartilha as vivências e inquietações que perpassam sua trajetória como escritora, pesquisadora e travesti.
Em entrevista, a produtora relembra o início do movimento nos anos 2000, os desafios de levar a cultura de rua para a TV aberta e a inserção das mulheres na construção da cena em Santa Catarina.
No livro Ninfa Morta, a escritora e filósofa investiga a representação da mulher morta na cultura ocidental e suas implicações simbólicas e políticas.
Presidente do Fórum Internacional de Direito das Vítimas, ela defende medidas protetivas para vítimas sem vínculo com o agressor, ensino de direitos nas escolas e mudanças na legislação para combater a revitimização.
Em entrevista, gerente de Políticas para Igualdade Racial e Imigrantes em Santa Catarina e uma das autoras do capítulo sobre o estado no Anuário da População Negra, destaca que as barreiras enfrentadas por imigrantes vão além do idioma.