Romantização da mulher morta é fetiche do patriarcado, afirma Marcia Tiburi em livro
No livro Ninfa Morta, a escritora e filósofa investiga a representação da mulher morta na cultura ocidental e suas implicações simbólicas e políticas.
No livro Ninfa Morta, a escritora e filósofa investiga a representação da mulher morta na cultura ocidental e suas implicações simbólicas e políticas.
Presidente do Fórum Internacional de Direito das Vítimas, ela defende medidas protetivas para vítimas sem vínculo com o agressor, ensino de direitos nas escolas e mudanças na legislação para combater a revitimização.
Em entrevista, gerente de Políticas para Igualdade Racial e Imigrantes em Santa Catarina e uma das autoras do capítulo sobre o estado no Anuário da População Negra, destaca que as barreiras enfrentadas por imigrantes vão além do idioma.
Estudo analisou a pós-graduação em Administração e mostra como estruturas institucionais e ausência de ações afirmativas reforçam desigualdades raciais.
Em entrevista, a filósofa revisita marcos fundamentais da luta antirracista e defende políticas de prosperidade para a população negra.
Autora discute a emancipação feminina, o trabalho do cuidado e as heranças culturais que moldam gerações no Marrocos pós-independência.