Em novo livro, Monique dos Anjos celebra o gozo e reivindica o direito ao prazer
Com linguagem sensível e direta, a autora explora o erótico como espaço de liberdade — especialmente para mulheres negras.
Com linguagem sensível e direta, a autora explora o erótico como espaço de liberdade — especialmente para mulheres negras.
Uma das precursoras do feminista decolonial, sua contribuição aponta para uma crítica à “colonialidade da razão feminista”.
Às vésperas da final classificatória para o Campeonato Paranaense de Poesia, Gabriela, Jaquelivre e Soul Dani, do Slam das Gurias, refletem sobre a poesia falada como expressão individual e ferramenta de organização política coletiva.
No Julho das Pretas, Jô Macário fala ao Catarinas sobre o lançamento da segunda antologia do coletivo Pretas com Poesia e reflete sobre escrita, ancestralidade e o poder da palavra como cura e resistência.
Em ‘Cartas a um homem negro que amei’, Fabiane Albuquerque rompe com o pacto do silêncio e dominação patriarcal.
Em “Garota Invisível”, lançado este mês no Brasil, a autora britânica explora as comunidades incels.