Mulheres vivas e em luta: 8M ocupa Florianópolis com denúncia, memória e resistência
A marcha ocupou as ruas como um grito coletivo contra a violência e pela vida das mulheres.
A marcha ocupou as ruas como um grito coletivo contra a violência e pela vida das mulheres.
As mobilizações estão convocadas em todos os estados do país e devem reunir movimentos feministas, centrais sindicais e coletivos populares.
Movimentos feministas e coletivos se articulam na capital para reforçar direitos, memória e luta por igualdade.
De Norte a Sul do Brasil, grupos, movimentos e coletivos de mulheres aproveitam blocos remanescentes do Carnaval para manifestar por justiça, contra o feminicídio e em defesa da democracia.
Apesar da chuva torrencial na sexta-feira, a marcha cumpriu sua programação
Programação tem início às 14h no Largo da Alfândega com concentração para a marcha às 17h e saída às 18h.