Conheça as ativistas polonesas que tornam o aborto seguro e universal possível em seu país e fora dele
Em entrevista ao Catarinas, Justyna Wydrzyńska e Kinga Jelinska defendem a desmedicalização, a descriminalização e a desestigmatização do aborto
Em entrevista ao Catarinas, Justyna Wydrzyńska e Kinga Jelinska defendem a desmedicalização, a descriminalização e a desestigmatização do aborto
Advogada reflete sobre decisão do STJ ao reiterar que a equipe médica não pode denunciar pacientes por aborto.
Em 2013, uma jovem de 21 anos, em uma segunda gravidez de risco e com feto anencefálico, precisou recorrer à Corte IDH para realizar o aborto, após negativa do Estado de El Salvador
Conselho Tutelar pediu que a jovem de 17 anos, com déficit intelectual e cognitivo, prosseguisse com a gravidez até o 7º ou 8º mês e fosse induzida a cesárea para que bebê fosse entregue a adoção
Corte julgou o caso de uma mulher que estava com 16 semanas de gestação, procurou atendimento médico após passar mal e foi denunciada pelo médico
Caso da menina de Santa Catarina, denunciado pelo Catarinas, será tema de sessão na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, no Dia Internacional da Mulher