Homem com H e a urgência de masculinidades que rompam com padrões de opressão
Precisamos de masculinidades que olhem para frente, e não para trás, e que edifiquem redes de acolhimento real, e não de mais violência.
Precisamos de masculinidades que olhem para frente, e não para trás, e que edifiquem redes de acolhimento real, e não de mais violência.
Por sua flagrante inconstitucionalidade, essa iniciativa se apresenta menos como uma política pública consistente e mais como um aceno simbólico de Santa Catarina à extrema direita brasileira.
Casas legislativas escancaram a hipocrisia de um país que julga e condena conforme a cor e a classe.
Políticos entusiastas da morte aplaudiram a matança, enquanto faziam do corpo das meninas moeda eleitoral e instrumento de poder moral.
A operação, que o governador tenta chamar de “sucesso”, é um fracasso sob qualquer critério sério. O saldo: centenas de mortos, investigações prejudicadas e uma favela em luto.
Conforme a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, são mais de 130 mortes registradas após a chacina no Complexo do Alemão.