Um ‘papo de primeira’ sobre feminismo, Francisco Bosco e falsas concepções
Não são as mulheres que devem enfatizar uma “agenda positiva” para os homens. São os próprios homens que devem fazer seu dever de casa — o qual Bosco parece não ter feito.
Não são as mulheres que devem enfatizar uma “agenda positiva” para os homens. São os próprios homens que devem fazer seu dever de casa — o qual Bosco parece não ter feito.
A insistência brasileira em acreditar que penas mais duras resolverão a violência contra mulheres revela uma falta de perspectiva estratégica.
A emergência climática escancara desigualdades de gênero e mostra que não há futuro possível sem reconhecer o cuidado como infraestrutura essencial da vida.
Precisamos de masculinidades que olhem para frente, e não para trás, e que edifiquem redes de acolhimento real, e não de mais violência.
Por sua flagrante inconstitucionalidade, essa iniciativa se apresenta menos como uma política pública consistente e mais como um aceno simbólico de Santa Catarina à extrema direita brasileira.
Casas legislativas escancaram a hipocrisia de um país que julga e condena conforme a cor e a classe.