Justiça de SC ignora ciclo da violência e expõe mulheres a risco
Casos recentes mostram negativas e restrições a medidas protetivas mesmo diante de relatos de ameaça, contrariando entendimento do STJ e a Lei Maria da Penha.
Casos recentes mostram negativas e restrições a medidas protetivas mesmo diante de relatos de ameaça, contrariando entendimento do STJ e a Lei Maria da Penha.
Crime cometido por ex-marido no território Tekoha Paraguassu evidencia a escalada da violência contra mulheres indígenas, que cresceu 258% na última década.
Violência sofrida por jovem de 17 anos, no Rio de Janeiro, expõe engrenagem social que frequentemente desloca a culpa e a vergonha para a vítima.
Movimentos feministas e coletivos se articulam na capital para reforçar direitos, memória e luta por igualdade.
Atuação da Polícia Militar de SC expõe dupla assimetria de poder: mulheres enfrentam simultaneamente a desigualdade de gênero e o poder armado do Estado.
Nos últimos 5 anos, os feminicídios e as tentativas de feminicídio cresceram, respectivamente, 13,5% e 124,6% no Brasil.