Mulheres indígenas fazem do seu corpo-território uma luta coletiva e ancestral
Apesar de invisibilizadas pela história hegemônica, mulheres indígenas constroem novos modos de ser e fazer na luta por direitos desde o período colonial.
Apesar de invisibilizadas pela história hegemônica, mulheres indígenas constroem novos modos de ser e fazer na luta por direitos desde o período colonial.
Cerca de 34 mil crianças entre 10 e 14 anos vivem em união conjugal, e o país registra um estupro a cada seis minutos.
Observatório de Direitos Humanos da UFSC/UDESC ouviu moradores, sociedade civil e órgãos estaduais para produzir relatório sobre violência policial.
Em um momento em que a sociedade parece andar para trás, é urgente revisitar as feministas históricas.
A marcha ocupou as ruas como um grito coletivo contra a violência e pela vida das mulheres.
As mobilizações estão convocadas em todos os estados do país e devem reunir movimentos feministas, centrais sindicais e coletivos populares.