Julho das pretas1
Imagem: divulgação
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Os ataques à ex-primeira-dama expõem os limites da autonomia feminina em um projeto político subordinado à autoridade dos homens.
Na zona rural, o abandono é ainda maior: os serviços se concentram nos grandes centros, enquanto o policiamento é insuficiente.
Ao contrário do que afirma Gutierres Barbosa, coordenador do setor inter-religioso do PT, o debate sobre o aborto legal não está superado e segue sendo uma luta por democracia e justiça.
A criminalização da misoginia, proposta no PL 896/2023, pode mudar enfrentamento à violência contra as mulheres.
A ausência de mulheres nos espaços de decisão afeta diretamente como o Estado trata de temas como violência, cuidado e direitos reprodutivos.
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