Abortei dentro da lei. Por que me trataram como criminosa?
Relato de uma mulher de 26 anos expõe a violência institucional no acesso ao aborto legal no Brasil.
Relato de uma mulher de 26 anos expõe a violência institucional no acesso ao aborto legal no Brasil.
Quatro em cada 5 mulheres foram condenadas, levadas a julgamento em tribunal do júri, tiveram prisão preventiva decretada ou foram submetidas a condições restritivas.
Paula Guimarães integra o debate “Aborto legal sob ataque: como investigar?”
A decisão é resultado de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Projetos de lei que desejam institucionar a desinformação sobre o aborto legal também foram apresentadas em Florianópolis (SC) e Belo Horizote (MG).
A ação incluiu diálogo com parlamentares, representantes de ministérios e outras organizações da sociedade civil, além do lançamento do vídeo “Maternidade não é coisa de criança”, denunciando a imposição da maternidade precoce como forma de violência institucional.