Endurecer leis não basta: a prevenção da violência de gênero precisa começar na infância
A insistência brasileira em acreditar que penas mais duras resolverão a violência contra mulheres revela uma falta de perspectiva estratégica.
A insistência brasileira em acreditar que penas mais duras resolverão a violência contra mulheres revela uma falta de perspectiva estratégica.
Precisamos de masculinidades que olhem para frente, e não para trás, e que edifiquem redes de acolhimento real, e não de mais violência.
Em Florianópolis, Marcha de combate à Violência Contra Mulheres, pede justiça no mês mais letal do ano para as mulheres de Santa Catarina.
Catarina Kasten foi vítima de feminicídio quando se deslocava para uma aula de natação em Florianópolis (SC).
Políticos entusiastas da morte aplaudiram a matança, enquanto faziam do corpo das meninas moeda eleitoral e instrumento de poder moral.
Mesmo com autonomia financeira, muitas mulheres ainda são capturadas por armadilhas emocionais.