Do teste do sofá ao #MeToo o que mudou (e o que não mudou)
A autora compartilha sua vivência no meio artístico — onde o assédio era regra disfarçada de rotina — e nos convida a pensar: o que mudou? O que ainda precisa mudar?
A autora compartilha sua vivência no meio artístico — onde o assédio era regra disfarçada de rotina — e nos convida a pensar: o que mudou? O que ainda precisa mudar?
A construção da masculinidade passa, atualmente, pelos conteúdos de redes sociais, que seguem sem regulação. Enquanto cobramos por isso, devemos observar com atenção os sinais de que algo não vai bem com nossos adolescentes, para que tragédias possam ser prevenidas.
O imaginário feminino construído nas figuras da vilã e da mocinha provoca a comum sensação de culpa entre mulheres.
Aquela “briga boba” pode ser só o começo.
Na crônica, a autora reflete sobre como a monogamia constrói a figura da ex e como essa lógica impacta as relações entre mulheres.