CATARINA PRESENTE!: Quantas mais têm que morrer para essa guerra acabar?
Em Florianópolis, Marcha de combate à Violência Contra Mulheres, pede justiça no mês mais letal do ano para as mulheres de Santa Catarina.
Em Florianópolis, Marcha de combate à Violência Contra Mulheres, pede justiça no mês mais letal do ano para as mulheres de Santa Catarina.
Catarina Kasten foi vítima de feminicídio quando se deslocava para uma aula de natação em Florianópolis (SC).
Políticos entusiastas da morte aplaudiram a matança, enquanto faziam do corpo das meninas moeda eleitoral e instrumento de poder moral.
A operação, que o governador tenta chamar de “sucesso”, é um fracasso sob qualquer critério sério. O saldo: centenas de mortos, investigações prejudicadas e uma favela em luto.
Conforme a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, são mais de 130 mortes registradas após a chacina no Complexo do Alemão.
“Curas” religiosas e outros discursos capacitistas revelam como a deficiência ainda é tratada como desvio e não como diversidade.