Uma ode à Geni: ela dá para ‘qualquer um’
Ela é livre, livre para dar a quem quer, menos a quem acredita que pode comprá-la.
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Feminista negra, escritora e doutora em sociologia. Autora dos livros Cartas a um homem negro que amei (Editora Malê) e Ensaio sobre a raiva (Editora Patuá).
Ela é livre, livre para dar a quem quer, menos a quem acredita que pode comprá-la.
A ideia de que os homens são naturalmente viris, fortes e infalíveis transforma “prova de masculinidade” em exploração.
Dirigido por Sandra Alves, o filme expõe a violência estrutural do patriarcado em uma família isolada.
Drama adapta autobiografia de Lidia Yuknavitch e não rompe com lógica patriarcal de perdoar abusadores.
Da socióloga nigeriana Oyèrónkẹ́ Oyěwùmí, o livro propõe uma nova forma de compreender o papel social das mulheres a partir de referências africanas, especialmente da cultura iorubá.
Sem análise crítica, campanhas de comunicação podem reproduzir desigualdades de gênero.