O contra-ataque e o privilégio de ser universal: identitários são os outros
O tal “identitarismo” parece incomodar mais do que a morte e os ataques às mulheres, população negra e LGBTQIAPN+.
O tal “identitarismo” parece incomodar mais do que a morte e os ataques às mulheres, população negra e LGBTQIAPN+.
Em meio à disputa pela guarda da filha, comunicadora é alvo de uma série de processos judiciais, exposição nas redes e sucessivas violências atribuídas ao ex-marido.
Violência sofrida por jovem de 17 anos, no Rio de Janeiro, expõe engrenagem social que frequentemente desloca a culpa e a vergonha para a vítima.
Nos últimos 5 anos, os feminicídios e as tentativas de feminicídio cresceram, respectivamente, 13,5% e 124,6% no Brasil.
Precisamos de masculinidades que olhem para frente, e não para trás, e que edifiquem redes de acolhimento real, e não de mais violência.
A brutal agressão cometida por um ex-jogador de basquete contra a então namorada não é um caso isolado. É reflexo de uma cultura que ainda permite que mulheres sejam espancadas, desacreditadas e silenciadas.