Justiça do RJ suspende lei com mensagens falsas e condenatórias sobre aborto legal
A decisão é resultado de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
A decisão é resultado de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Projetos de lei que desejam institucionar a desinformação sobre o aborto legal também foram apresentadas em Florianópolis (SC) e Belo Horizote (MG).
A ação incluiu diálogo com parlamentares, representantes de ministérios e outras organizações da sociedade civil, além do lançamento do vídeo “Maternidade não é coisa de criança”, denunciando a imposição da maternidade precoce como forma de violência institucional.
A eleição do Papa Leão 14, membro da Ordem de Santo Agostinho, traz à tona um debate sobre a postura da Igreja Católica sobre o aborto.
Muitas pessoas transmasculinas e homens trans nem chegam a procurar o atendimento por medo de sofrer violências, acabam recorrendo a métodos caseiros, sem segurança e sem acompanhamento posterior.
Em 2024, negativa do acesso ao aborto legal por uma menina de 13 anos em Goiás teve repercussão nacional.