Menina de Goiás e o marco temporal do aborto legal
Juízas e médicos ditam restrições ao aborto legal que não existem na ciência e na lei.
Juízas e médicos ditam restrições ao aborto legal que não existem na ciência e na lei.
A série “Borgen” mostra como na política, pautas relacionadas a valores sociais e princípios democráticos entram como barganha nas concessões.
Aprovação do requerimento de urgência do Projeto de Lei 1904/2024 é injustificável e revela fragilidades da democracia em garantir direitos das mulheres.
Primeiro, é um embrião. Depois, um feto. Assim que nasce, um recém-nascido. 28 dias depois, um bebê.
A manobra para aprovação da urgência do PL que equipara aborto a homicídio é demonstrativa da violência patriarcal que assola a sociedade brasileira.
Basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados (Simone de Beauvoir).