Conexão transgressora: como mulheres lésbicas abrem caminhos de liberdade no futebol
No país onde o futebol foi proibido para mulheres por quase 40 anos, jogar bola tornou-se ato de ruptura, assim como amar fora da lógica heteronormativa.
No país onde o futebol foi proibido para mulheres por quase 40 anos, jogar bola tornou-se ato de ruptura, assim como amar fora da lógica heteronormativa.
Em Santa Catarina, onde a política segue marcada pela branquitude e pelo domínio masculino, essa ocupação simboliza a ruptura de estruturas.
O início do julgamento de Jair Bolsonaro no STF é um respiro, um regozijo feminista que reconhece a persistência dos nossos esforços ao longo da última década.
A “parditude”, apresentada como novidade, reatualiza velhas engrenagens coloniais.
Não se trata apenas de não querer filhos, mas de optar por não viver a experiência da maternidade.
Uma reflexão sobre a coragem de se reinventar em um mundo machista.