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O machismo em Hollywood, no futebol e no Facebook

– As repercussões das  denúncias de assédio sexual contra o produtor estadunidense Harvey Westein: reação de atrizes e atores e a campanha #MeToo #EuTambém;

– A rede latinoamericana de jornalistas por justiça Cosecha Roja reage às ofensas de gênero da seleção de futebol argentina;

– O protesto da ativista Raquel Robles durante julgamento de crimes da ditadura  argentina e a censura do Facebook às suas fotos.

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Nunca en Domingo #67

  • Michelle Suárez, a primeira senadora uruguaia transexual;
  • Assim como ninguém nasce mulher, também não se nasce machista, mas as mulheres não são responsáveis por reeducar os homens. O programa debate a tese desenvolvida pela feminista estadunidense Cecilia Winterfox no livro “Não nascemos machistas” (tradução livre).
  • A campanha de marketing da marca Dove, acusada de racismo,
  • Ampliação legal dos direitos reprodutivos das bolivianas
  • Assassinato de jornalistas no México – a maioria, mulher –
  • Filme “Uma paixão tranquila”, de Terence Davies, que retrata a história da poeta estadunidente Emily Dickinson.
  • Trilha sonora: “Livres e estúpidos”, da chilena Camila Moreno.

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Aborto seguro e crítica feminista no programa “Nunca en Domingo” 65

O aborto seguro, em debate neste 28 de setembro, Dia de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto na América Latina e no Caribe, é a pauta que abre o programa feminista de rádio “Nunca en Domingo” desta semana. Produzido pelo Coletivo Feminista Cotidiano Mujer, o programa faz um chamamento para a campanha mundial #UnGritoGlobal por el #AbortoLegal. A data foi sugerida por um grupo de ativistas brasileiras durante o 5º Encontro Feminista Latinoamericano (Eflac) em 1990 e coincide com a promulgação da Lei do Ventre Livre, decreto que permitiu a liberdade aos filhos e filhas nascidas/os de escravas. “A data surgiu em defesa de outra liberdade: a liberdade das mulheres para decidir sobre seus corpos”, dizem as apresentadoras.

Também nesta edição, o programa debate sobre o “Neoliberalismo progressista”, termo cunhado pela norteamericana Nancy Fraser para definir a cooptação de alguns movimentos feministas, ambientais e por diversidade sexual pelo neoliberalismo. O texto está publicado neste link

“Nunca en domingo” é apresentado pelas ativistas do coletivo Cotidiano Mujer Helena Suarez e Elena Fonseca. A trilha sonora da edição 65 é a música “Bésame Mucho” na versão da banda argentina Perotá Chingó, liderada pelas cantoras Julia Ortiz e Dolores Aguirre.

:: Leia também:: Catarinas passa a reproduzir programa de rádio uruguaio “Nunca en domingo”

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